sábado, 1 de dezembro de 2012

E foi

E como tudo que acontece comigo, ABSOLUTAMENTE tudo, só tem graça o que me apetece. Parece óbvio escrever isso, mas o que quero mesmo dizer é que não consigo me interessar pelos que se interessam por mim. Eu quero que os que me são interessante morram de amor por mim.

Foda, muito foda essa Lua em Leão.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Duas postagens no mesmo dia, porque a raiva é muita.

Porque sabe, eu quero muito que você tenha quebrado o pé.

Que esteja com uma gripe muito forte e esteja de cama.

SÓ ISSO JUSTIFICA, seu sem-noção.


Você é muito complicado, sabe?

Me faz ter ímpetos de fugir, de jogar. E eu odeio jogar. Odeio. Odeio. (eu poderia repetir essa palavra 50 vezes e não expressaria o quanto odeio).

Eu só queria um espaço para ser eu mesma.

Eu só queria você menos aquariano, menos Vênus em Sagitário. Menos cheio de amigas, menos maluco.

Talvez eu nem queira você, pensando por esse lado.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Agora só falta a gente fugir junto.

Eu te contei do meu sonho estranho aquele dia: você me ligava, eu ria sem graça porque nunca tinha ouvido sua voz e logo depois estávamos fugindo. De quem, pra onde, estavam atrás de nós dois ou um fazia companhia ao outro? Não sei, mas corríamos. E ríamos, porque era engraçado correr sem parar.


E aí quando eu acordei ficou aquela sensação estranha, mas olha, estranho é uma palavra que resume essa história. Sentamos lado a lado em um show, eu lembro muito pouco de você, mas o pouco que lembro, foi que estava TÃO tímido que me compadeceu. Aí eu te ofereci chiclete, você aceitou? Não lembro, mas se bobear você lembra.

Aí que eu tenho essa mania de flertar com o mundo e... bem, na saída do show, toda serelepe, te passei meu msn. Você adicionou, fiquei até surpresa. Conversamos papos aleatórios, "foi legal o show, não?", "poxa, foi sim".
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O tempo passou. Eu te excluí do msn, por causa de uma crise de ciúmes do ex.
4 anos depois chega uma solicitação de amigos no facebook. Mas que caralhos, "de onde o conheço? ", "olha, não sei. usei um aplicativo na lateral 'ache seus amigos', escrevi meu msn e te adicionou automaticamente". "Mas olha, eu me lembraria de você. Nunca o tive no meu msn".

E a gente foi conversando no início pra ver de onde se conhecia e depois para se conhecer melhor. E descobrimos muitos pontos em comum e outro tanto de coisa diferente. Até o dia que você postou essa música:


Aí chegamos a conclusão, então, de onde nos conhecemos. E foi engraçado, mas foi assustador. Porque né?, agora eu quero muito te conhecer sem esse intervalo. Sem desvios. Sem interrupção.

Mas voltando ao sonho, eu sonhei que você me ligava.

E hoje você me ligou. E eu ri de nervoso, porque não lembrava mais da sua voz. E a gente falou por 07 minutos e, se bobear, falaríamos por 1 hora inteira.



Agora só falta a gente fugir junto.








Acabo de responder o questionário mais sincero da minha vida.

Qual o emprego dos seus sonhos?

Achei que seria tão difícil escrever sobre isso e, olha, não é que foi fácil?
Difícil é ser contratada após essa sinceridade toda.

Enfim, fios, a sorte foi lançada. Se a conjunção astral, mais fim do cacete do Retorno de Saturno, mais Inferno Astral, enfim, se todo esse caralho junto trouxer algo de bom, que me tragam um emprego novo.

E melhor.

E que eu possa, novamente, acordar feliz para mais um dia de trabalho.

Porque tá phoda.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Carta ao verdadeiro amor




Sinceramente, como começar uma carta que de trivial não tem nada?

Como ela já começou e me sinto á vontade agora, se esse embrulho e carta chegaram ás suas mãos, minha única pergunta é: você gostou?
Espero que sim, foi escolhido de coração e pensado por dias.

Eu mandei e-mail pra sua produção, porque esqueci de pedir o seu. Na verdade, por pura presunção, achei que poderia ter contato com você. Mas que sorte a minha que uma grande amiga, mora em Toledo. E que idéia boa poder te dar um presente, eu realmente vou gostar que você tenha algo para lembrar – já que você faz parte da minha vida há tanto tempo.

Espero que lembre de mim, entrei no seu camarim dia 21 de setembro, aqui em Santos, no Mendes Convention Center. Eu chorei bastante, rs, e disse por diversas vezes o tamanho da sua importância na minha vida. No decorrer dela. Mas principalmente agora. Você enxugou minhas lágrimas e lambeu, e bom, não sei se é um gesto corriqueiro seu, mas foi a coisa mais bonita que já fizeram por mim! E, veja, puro simbolismo, você tem agora um pedaço meu (cuide bem por favor!!). Eu fiquei tão desnorteada que fui embora meio tonta... e nem me despedi de você. Por favor, me desculpe.

Eu gostaria de manter contato, eu gostaria de ter notícia, eu gostaria de manter a fé. Por favor, caso possa, me responda. Não sou louca, não sou maníaca, nem alucinada. Meu carinho por você é enorme, transcende. Não sei se conseguirá entendê-lo, nem eu mesma entendo.

Espero que não demore mais 15 anos para revê-lo.
Espero que não demore a voltar.
Espero que ache o caminho.


Com amor,


B.

domingo, 30 de setembro de 2012

Anota aí: 21 de setembro, o terceiro dia mais lindo da minha vida.

O primeiro foi o dia do nascimento do meu filho.

O segundo 18 de abril de 1998.

 E o terceiro é esse, favor lembrar,

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Olha, tá fácil pra ninguém não.


Muito menos pra mim. A vontade mandar todo mundo a merda é tão grande, que eu só constato uma coisa:


PRE-CI-SO .


tchau.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O meu amor, eu mesma invento


E eu inventei todo nosso romance.

 Já temos uma história antes mesmo de eu saber seu nome. Te cabem tantos: Felipe, Lucas, Gabriel. Sinceramente, você pode se chamar até Joseildo, Jucisclei, não vai fazer a menor diferença. A única coisa que eu tenho sua é seu apelido, seu sorriso, o beijo que me deu no pescoço, seu cheiro e suas mãos. Como guiam bem essas mãos.

Tenho também suas encoxadas durante a dança, mas soaria muito putinha falar isso? Sinceramente, não quero que tenha a impressão de que sou santa – até porque não sou. Veja, quando dançamos (quase a noite inteira, por insistência minha – é claro) eu estava acompanhada. Você sabia, você viu e eu te falei. Eu vi sua cara de decpção quando constatou que era verdade. E muito provavelmente você me viu beija-lo, a esse outro, algumas vezes. Mas ele beija tantas, eu já beijei tantos, você também já, com certeza. Mas se eu te falar que aquela noite, naqueles instantes, eu o beijava porque queria tanto, mas tanto, beijar você, que eu precisava extravasar esse sentimento com alguém, você acreditaria?

Você aceitaria de bom grado essa singela prova do meu desejo? Você acreditaria que te busquei por todo o canto da cidade, mas o que? Eu não tenho nada seu! Só seu apelido, que te faz parecer tão alegre aos meus olhos. Tuas mãos me guiando, as encoxadas, o beijo que me deu no pescoço e tua tentativa de memorizar meu telefone.
E que fui embora e te vi dançando com outra. Eu sei, você precisava se vingar, e até nisso te achei bonito. Você não deve ter mais que a minha altura, baixinho de tudo, e o que te faz maior do que os caras que me paqueraram?





Você não sabe, mas construí um romance pra nós dois. E como já passei da idade do amor platônico e não faz mais o menor sentido amar loucamente e não ser correspondida por uma criatura com pouco mais que um metro e meio, eu sai perguntando no lugar que dançamos, nesse ultimo fim de semana, se alguém te conhecia.
E aí me perguntavam “mas qual é o nome dele” e a resposta era motivo de risada (você entendeu o trocadilho?), porque a única coisa que tenho é teu apelido. Eu vou achar um meio, pois sou muy persistente, e quando eu quero uma coisa... ahh... eu consigo. E quem sabe um dia você lerá esse texto e pense “que doida!”. Você vai achar, eu já o escrevo rindo (você entendeu de novo?).

Até breve, até a próxima dança, eu já escuto os teus sinais.